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Radiografias Panorâmicas Dentárias: O Que São e Como Funcionam

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Cinik Dental
February 4, 2026

As radiografias panorâmicas dentárias fornecem uma única imagem de amplo ângulo de toda a boca, incluindo dentes, maxilares e estruturas ósseas circundantes. São comumente usadas em ortodontia, cirurgia oral e em casos diagnósticos complexos para avaliar a posição dos dentes, a anatomia dos maxilares, os dentes do siso e patologias ocultas, como cistos ou tumores. O procedimento é rápido, indolor, não invasivo e utiliza uma dose de radiação relativamente baixa em comparação com radiografias tradicionais.

Embora as radiografias panorâmicas não sejam obrigatórias em exames odontológicos de rotina, elas são valiosas quando é necessário um panorama clínico mais amplo, como no planejamento de tratamento, na avaliação de implantes ou na investigação de anormalidades. Quando usadas adequadamente, oferecem informações diagnósticas abrangentes, equilibrando a segurança do paciente e a necessidade clínica.

1. O que é uma Radiografia Panorâmica Dentária

Resposta rápida: Uma radiografia panorâmica dentária é uma imagem única de toda a boca feita por uma unidade de raios X rotativa, usada para avaliar dentes, maxilares e a estrutura óssea com uma baixa dose de radiação.

Uma radiografia panorâmica dentária é uma visão ampla capaz de capturar toda a boca em uma única imagem. A cabeça do paciente permanece imóvel enquanto uma unidade de raios X rotativa se move ao redor, permitindo que os dentistas examinem a estrutura óssea, a posição dos dentes e possíveis anomalias. Essas radiografias são importantes em ortodontia, cirurgia oral e quando lesões traumáticas podem exigir exame extensivo. Ao mesmo tempo, a menor dose de radiação e a facilidade de obtenção das imagens são adequadas para crianças em crescimento com múltiplas trocas dentárias (Puricelli, 2009).

2. Por que os dentistas fazem radiografias panorâmicas

Resposta rápida: Os dentistas fazem radiografias panorâmicas para visualizar toda a mandíbula em uma única imagem, permitindo a avaliação da posição dos dentes, estrutura óssea, desenvolvimento dentário, lesões ocultas e dentes não erupcionados, como os dentes do siso.

Radiografias panorâmicas dentárias mostram toda a mandíbula em uma imagem única e são utilizadas para determinar a posição dos dentes, a estrutura óssea e possíveis anomalias. Os dentistas solicitam radiografias panorâmicas por várias razões. Primeiro, elas permitem avaliar a anatomia óssea e patologias, o desenvolvimento dentário e a extensão do tratamento dentário. Segundo, avaliam a mandíbula e a região maxilofacial quanto a certas lesões, cistos e tumores não visíveis em filmes intraorais. Terceiro, detectam cáries extensas, doença periodontal ou outra patologia negligenciada em filmes intraorais. Por fim, são valiosas para identificar dentes não irrompidos, especialmente os dentes do siso, e estabelecer sua relação com os dentes adjacentes (Ozmen e Basak Ayna, 2024).

3. A radiografia panorâmica é sempre necessária?

Resposta rápida: Não. As radiografias panorâmicas não são necessárias em exames de rotina e são usadas apenas quando existem indicações clínicas específicas, como suspeita de anormalidades, planejamento ortodôntico, avaliação de implantes ou avaliação de dentes do siso.

Na maioria das vezes, no entanto, uma radiografia panorâmica não é necessária. Para uma consulta típica, por exemplo, os registros completos podem incluir um exame com bite-wing que monitora a presença de cáries nos dentes posteriores. Somente se houver uma indicação clínica que sugira a necessidade de examinar os dentes anteriores, como um dente ausente, é que o dentista solicitará uma radiografia panorâmica (Couto Ramos et al., 2016). Em outras situações, uma radiografia panorâmica pode ser útil, mas não estritamente necessária:

Sinais de um cisto, tumor ou outra anormalidade detectados em uma radiografia periapical. Tratamento ortodôntico em andamento.
Avaliação de casos envolvendo pré-existentes
implantes dentários.
Avaliação de casos de extração de dentes do siso já tratados em outro lugar.
Condições de tratamento prolongado que exigem muito mais do que radiografias bite-wing.

Nesses casos, a seleção de uma radiografia panorâmica deve equilibrar riscos, benefícios e alternativas. Todas as condições que exigem tratamento dentário, mas sem indicação clínica ou radiográfica que sugira a necessidade de uma radiografia específica, também são situações em que uma radiografia panorâmica permanece não essencial (Ozmen e Basak Ayna, 2024).

4. Como é realizada uma radiografia panorâmica dentária

Resposta rápida: Uma radiografia panorâmica dentária é obtida girando uma fonte de raios X e o detector ao redor da cabeça do paciente, capturando uma única imagem de toda a mandíbula em cerca de 12–24 segundos com uma baixa dose de radiação.

Radiografias panorâmicas são uma técnica simples e amplamente utilizada em especialidades odontológicas que envolve a rotação sincronizada de uma fonte de raios X e um receptor de imagem estacionário ao redor da cabeça do paciente. Esse método de imagem captura toda a estrutura maxilomandibular, incluindo arcos dentários e estruturas relacionadas. É vantajoso porque envolve uma menor dose de radiação, custa menos e imagem uma área maior em comparação com radiografias intraorais. A radiografia panorâmica é recomendada para pacientes com dentição transitória ou permanente e pode avaliar dentes, lesões ósseas, fraturas e corpos estranhos (Couto Ramos et al., 2016).

Uma máquina de radiografia panorâmica dentária consiste em um tubo circular que emite o feixe de raios X e uma placa retangular plana que recebe a projeção de raios X. O paciente é posicionado entre o tubo e a placa de modo que o feixe de raios X seja paralelo ao plano dos dentes e a placa plana permaneça perpendicular ao plano horizontal que passa pelo centro dos côndilos. No início da exposição, o tubo e a placa são posicionados em um ângulo adjacente à linha média do crânio do paciente. O movimento do tubo é divergente, enquanto a placa se move em uma linha reta horizontal ao longo da linha média. Ao término da ação, o tubo e a placa são posicionados nos mesmos ângulos, porém em lados opostos do crânio. Como a rotação do tubo ocorre de forma síncrona, enquanto o tubo e a placa se movimentam, uma série de imagens de raios X sobrepostas são feitas; todo o processo dura entre 12 e 24 segundos.

5. A radiografia panorâmica dói?

Resposta rápida: Não. Uma radiografia panorâmica é indolor, não invasiva, e envolve apenas uma breve sensação de leve calor ou formigamento.

Levantamentos por radiografia dental ajudam os dentistas a tomar decisões sobre a saúde bucal, tratamentos e higiene dos pacientes. Radiografias panorâmicas ou imagens panorâmicas expostas genericamente permitem uma representação única do complexo maxilar. Elas ajudam a delinear o contorno da dentição, a estrutura óssea e o alinhamento dos dentes tanto na arcada superior quanto na inferior (眞之, 牧, 2018). Essas radiografias expõem o paciente a níveis de radiação significativamente mais baixos do que as técnicas convencionais de radiografia periapical.

O paciente experimenta apenas por um breve momento um leve formigamento ou sensação de calor na região do pescoço ou abaixo do maxilar. Uma radiografia panorâmica não dói e não apresenta problemas preocupantes para o paciente.

6. Conclusão

O artigo explicou as radiografias panorâmicas dentárias, imagens amplas que capturam a posição dos dentes de toda a mandíbula, a estrutura óssea circundante, seios nasais e possíveis tumores, cistos ou infecções. Um dentista pode recomendar uma para coletar informações abrangentes sobre a saúde bucal do paciente, especialmente ao planejar procedimentos ortodônticos, cirúrgicos ou de remoção de dentes do siso. A radiografia utiliza uma dose mínima de radiação e é não invasiva e indolor.

As radiografias panorâmicas dentárias não são obrigatórias em todos os exames odontológicos, mas podem fornecer informações valiosas sobre o crescimento mandibular, dentes do siso e problemas de erupção dentária. Radiografias panorâmicas cinematográficas são ainda mais detalhadas, fornecendo imagens fiéis que podem ser interpretadas em movimento.

Referências:

Puricelli, E. "Panorametria: sugestão de um método para medições mandibulares em radiografias panorâmicas." 2009. ncbi.nlm.nih.gov

Ozmen, B. and Basak Ayna, N. "Radiografias oclusais em uma subpopulação pediátrica turca." 2024. ncbi.nlm.nih.gov

Couto Ramos, B., Raquel da Silva Izar, B., Lourdes Costa Pereira, J., Sena Souza, P., Scigliano Valerio, C., Mesquita Tuji, F., and Ricardo Manzi, F. "Formação de imagens fantasmas devido a objetos metálicos na superfície do rosto do paciente: um ensaio ilustrado." 2016. ncbi.nlm.nih.gov

眞之, 牧 "Geração de uma imagem panorâmica dental 2.5D." 2018. [PDF]

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